Análise: Élvis é a peça que faltava na Ponte Preta?

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Elvis chega como esperança da Ponte Preta. O armador que todo mundo sonhava. Capaz de acionar atacantes e decidir jogos. Tudo que o torcedor deseja. Vai dar certo? Errado? Não se sabe. Mas existem alguns pontos que podem ajudar na construção de uma trajetória exitosa.

Se Elvis tivesse desembarcado no começo do campeonato, eu apostaria que as dificuldades do seu futebol aparecer seriam tremendas. Hoje não.

Mesmo que a campanha seja decepcionante, hoje a Ponte Preta conta com um sistema defensivo pronto e solidificado. Os três zagueiros, formados por DG, Fábio Sanches e Thiago estabilizou o setor. Apesar de alguns ficarem com nariz torcida, é fato que os jovens Felipe Amaral e Léo Naldi são preciosos no trabalho marcação e para fazer o trabalho de transição. Falta alguém para receber esta bola e começar a trabalha-la no campo de ataque.

Com Lucca na frente e um bom segundo atacante, a Ponte Preta talvez respire. Mas que fique claro: mesmo se o céu for de brigadeiro daqui até novembro, isso não apaga o que foi feito desde janeiro. É um alento. Somente isso.