Jogadores, Daniel Paulista, integrantes da comissão técnica e a tarefa: nervos de aço para evitar o cartão amarelo e o desfalque no dérbi

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Além da perspectiva de alcançar a divisão de elite em 2022, a campanha do Guarani na Série B do Campeonato Brasileiro, com uma pontuação próxima do grupo de classificação faz com que atletas e comissão técnica não pensem sequer na hipótese de deixar de acelerar no gramado.

Sim, é o que você pensou. Se o Guarani estivesse em posição intermediária, certamente muitos pediram que os pendurados com cartão amarelo fossem poupados diante do CSA para o clássico com a Ponte Preta, no dia 17.

Não dá.

O confronto contra o time alagoano é estratégico.

Somar três pontos significa ficar mais próximo do pelotão de elite e ficar na prática nove vitórias da divisão de elite. E com 15 jogos a serem disputados.

O zagueiro Carlão, o lateral-esquerdo Eliel e o atacante Lucão do Break estão pendurados. Ok, especialmente o camisa 99 não está em fase brilhante. Mas dá para atuar meia sola diante de um oponente, no caso o CSA, que ainda nutre esperanças de acesso?

Em contrapartida, o técnico Daniel Paulista, o auxiliar técnico Daniel Cerqueira e o preparador físico Rodolfo de Oliveira também estão com dois cartões amarelos. O mínimo que se espera é controle emocional. Se o pior cenário acontecer (sim, é difícil) já imaginou o Guarani no derbi sem a comissão técnica principal?

Não há como separar o derbi dos outros confrontos. Todo ponto conta. Todo minuto é vital na Série B.

Tanto que a escalação cogitada para o jogo contra o CSA não é para poupar A,B ou C e sim na busca da melhor performance técnica.

Confira a escalação: Rafael Martins, Mateus Ludke (Samuel Santos), Thales, Ronaldo Alves (Carlão) e Bidu; Bruno Silva, Rodrigo Andrade e Régis (Andrigo); Bruno Sávio, Júlio César e Lucão do Break.

Que para o bem da torcida, o Guarani saia com os três pontos e o time intacto antes do clássico no Majestoso no dia 17.

(Elias Aredes Junior-foto de Thomaz Marostegan-Guarani F.C)