Ponte Preta na Copa do Brasil-2021: competição eliminatória não pode ser usada em peça orçamentária

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A Ponte Preta vai jogar a Copa do Brasil. Competição milionária e uma chance de ouro para fazer bonito em relação aos gigantes. A torcida aprecia, os jogadores ficam motivados e não existe motivo para deixa-la em segundo plano. No entanto, o foco da diretoria precisa mudar.

Ano após ano, na formulação da peça orçamentária, sempre existe uma previsão de quanto o time vai arrecadar na competição. Erro grosseiro. Por que? Simples: é uma competição eliminatória e traiçoeira. As duas primeiras fases são em jogo único. Um dia ruim, vacilo da zaga e tudo vai por água abaixo. Como posso cravar na peça orçamentária que vai arrecadar de R$ 3 milhões a R$ 5 milhões? Temeridade em alto e bom som.

O modo como a diretoria executiva encara a competição acaba sendo um dos caminhos para lá na frente administrar atrasos de salários.

Qual a maneira correta? Contar com os recursos do Campeonato Paulista e da Série B, competições com jogos certos e outras fontes de renda como patrocínios com contrato em vigor e sócio torcedor. Fora disso é contar com o acaso.

(Elias Aredes Junior)