terça-feira , 23 outubro 2018
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Arquibancada: As categorias de base da Ponte Preta existem? Qual sua finalidade?

Com tantas apostas sendo contratadas nos últimos anos pela Ponte Preta para atuar no time profissional, por que não apostar na base? Qual o motivo de gastar dinheiro sem poder utilizar? O último – e único – técnico a utilizar a base de forma mais ativa foi Eduardo Baptista. No primeiro jogo do Paulistão 2018, relacionou alguns jogadores da base para enfrentar o Corinthians em São Paulo. Dos 18 relacionados, 10 eram do time debaixo.
Titulares: Ivan, Emerson, Jeferson, Marquinhos e Saraiva. Reservas: Guilherme, Thiaguinho, Reynaldo, Yuri e Vitinho.

Alguns diziam que o atacante Yuri não servia! Mas a pergunta é: qual a grande diferença técnica entre ele e Júnior Santos? Não quero desmerecer nenhum deles, só comparando e passando meu ponto de vista que não há grande diferença que possa cravar quem seria o escolhido como titular absoluto. Seria pura opção do comandante e não por achar grande diferença técnica.

O papel da imprensa pode ser determinante para utilização da base. Citar nomes, posição, qualidades… enfim, toda informação básica necessária para que o grande público passe a conhecer e construa argumentos para cobrar a diretoria aproveitar de uma forma mais inteligente a base e assim deixar de gastar dinheiro em apostas e dar prioridade ao que é de “casa”.

A lateral-esquerda serve como exemplo. Com exceção do Reinaldo, emprestado pelo São Paulo, foram vários improvisos e apostas que pouco ou quase nada renderam: Artur, Breno Lopes, Fernandinho, João Lucas, Orinho, etc. Será que na base não há um atleta canhoto de nível – ao menos – similar aos nomes citados?

Com Ruan – mais um improvisado – conseguimos uma certa estabilidade. Mas contrataram outra aposta, Nicolas, ao menos lateral esquerdo de origem!

Espero que dê certo, mas olhar para a base com mais atenção é sinônimo de diminuição de gastos excessivos em jogadores com nível, no mínimo, questionável.

(análise: André Gonçalves)

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2 Comentários

  1. André, utilizar a base não enche o bolso do presidente e diretores.

  2. para mim há ENORME diferença entre junior santos e yuri, pra começar no físico e na raça. A base da ponte realmente existe, no paulista jogamos com um time praticamente sub-23 composto por muitos advindos de tal base. Saraiva, antes considerado prata da casa está rendendo menos que pouquissimo. Jefferson jogou pessimamente este ano e foi praticamente expulso pela torcida que um dia o acolheu.

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