Gustavo Bueno de um lado; Fumagalli de outro: quem ficará com a barra limpa após o dérbi?

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O cargo de executivo de futebol mudou a composição da modalidade. Eles hoje são responsáveis diretos pela montagem do time e do respaldo dado ao treinador.

Diante disso, podemos dizer com segurança que o clássico campineiro do próximo domingo, a partir das 11h, no Majestoso será fundamental tanto para a dupla bugrina Marcus Vinicius Beck Lima e Fumagalli como para Gustavo Bueno.

Por atuar na Ponte Preta, Bueno carrega a pecha de ser blindado e por vezes até protegido por ser filho de Dicá, o maior ídolo da história da Macaca. Tanto na primeira como na sua segunda passagem cronistas esportivos consideravam que ele era de certa forma poupado enquanto que o técnico de plantão era malhado em praça publica.

Dessa vez, o processo de reformulação foi conduzido por ele. Dispensou jogadores, reduziu a folha salarial e no instante de maior turbulência trabalhou nos bastidores pela manutenção de Jorginho por pelo menos mais uma partida. Vencer o dérbi será a  coroação do seu trabalho e um salvo conduto por mais algumas rodadas.

E Fumagalli? E Marcus Vinicius? Apesar de reconhecer a ausência de recursos financeiros, é difícil de deixar de reconhecer a baixa qualidade técnica do elenco formado no Guarani. Talvez o principal protagonista seja a prata da casa Davó. No geral, é um time modesto.

Pois Roberto Fonseca em pouco tempo, conseguiu construir uma equipe mais azeitada do ponto de vista defensivo e cuja atuação principal foi diante do Bragantino, em que as principais estrelas foram apostas da atual direção de futebol: o autor do gol da vitória, Michel Douglas e o goleiro Klever.

Certamente um triunfo no Majestoso traria um alivio para o futuro. E concederia tranquilidade até a reta final do turno.

Gustavo Bueno e Fumagalli vestem roupas sociais e sapatenis. Mas se pudessem certamente entrariam em campo para livrarem a própria barra neste clássico.

(Elias Aredes Junior)

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