quinta-feira , 13 dezembro 2018
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Marcelo Chamusca: não dá mais. Simples assim!

Escrevo às 12h35 desta quarta-feira, dia 26 de setembro, e, por enquanto, o técnico Marcelo Chamusca permanece como técnico da Ponte Preta, já que os canais oficiais do clube não publicaram qualquer manifestação. Mas a sua situação é insustentável. Deve sair nas próximas horas ou dias. E se continuar será um técnico frágil, sem qualquer sustentação. Por sua única culpa.

Ficou provado que Chamusca não tem perfil para técnico bombeiro. Sua característica principal é pegar o trabalho desde o começo, como fez no Guarani na terceirona de 2016 ou quando levou o Ceará à divisão de elite, pois assumiu com tempo suficiente para conhecer o elenco e impor a sua filosofia de trabalho.

Na Macaca, Chamusca comportou-se como o empreiteiro que achava viável derrubar a casa simples, porém digna, construída por Brigatti, e colocar em seu lugar uma mansão. Não conseguiu. Pior: destruiu o que havia de bom. Com cinco jogos disputados, dois pontos somados, seu aproveitamento de 13.33%, que só não é pior que Zetti – em quatro jogos no Brasileirão de 2005 não somou um ponto sequer.

No confronto diante do Brasil de Pelotas, pior do que a derrota foi assistir a um time sem uma jogada sequer, com problemas na recomposição defensiva, incapaz de pegar a segunda bola na disputa com o adversário e o mais grave: sem vibração. Com Brigatti, a Ponte Preta tinha problemas, defeitos, escalações equivocadas, mas uma equipe com alma. Chamusca, infelizmente, transformou os seus titulares muito mais em atores coadjuvantes para o seriado Walking Dead do que em integrantes de um clube de massa e com coração no bico da chuteira.

Conclusão imediata: uma decisão precisa ser tomada logo. E de imediato. Para que o novo treinador tenha tempo para trabalhar até o jogo do dia 06 de outubro contra o CRB em Campinas. Não é hora para brincadeiras.

(análise feita por Elias Aredes Junior)

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2 Comentários

  1. Estranhei esse artigo. Logo você, que sempre defende o tempo de trabalho?
    Mas, de qualquer forma, concordo. O Chamusca deve sair e vai sair.
    O problema, contudo, vai muito além dele. O time é muito fraco. Horrível.
    Certamente há salários atrasados na jogada.
    Justo a AAPP, o time modelo de gestão.
    Para mim é pouco. Tem que se afundar.
    Tripudiaram em cima do Bugre na nossa época de dificuldade. Sem medir palavras, nos chamavam de falidos e diziam que iríamos fechar as portas.
    Mas olha como as coisas mudaram. O mundo dá voltas.

  2. Em relação ao comentário acima,quero dizer que voo de galinha é curto.calma que o time da massa pontepretana certamente não ficará agonizando por muito tempo,afinal somos uma torcida inflamada e como em outras oportunidades empurrarem os o time pra frente ainda que ele seja fraco.e vcs galinhada não perde por esperar…ganhamos de vcs este ano e o juiz evitou que vcs levassem outro chocolate no mesmo ano,(segundo derbi), mas calma os encontraremos novamente.

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