Sérgio Carnielli apresenta projeto da Arena para jornalistas e assegura que é o caminho para Macaca quitar divida de R$ 104 milhões

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Em encontro realizado no sábado com cronistas esportivos de Campinas, o presidente de Honra da Ponte Preta, Sérgio Carnielli, apresentou em detalhes o plano de construção da Arena no Centro de Treinamento do Jardim Eulina. Ele assegurou que o inicio do empreendimento representará o fim da divida da Ponte Preta com ele e que hoje encontra-se em R$ 104 milhões.

Pelo Só Derbi e pela Rádio Brasil esteve presente o Locutor emoção Alberto César que considerou o projeto factível e que poderá representar uma nova etapa na história da Ponte Preta. “Seria um up grade muito bom na vida do clube”, afirmou Alberto Cesar.

De acordo com informações fornecidas por Eduardo Lacerda, um dos comandantes do projeto, em uma primeira etapa a Arena seria de propriedade de uma empresa a ser formada para administrar o estádio e que seria formado por cotistas, e no qual Sérgio Carnielli seria um dos cotistas.

Restaurantes, bilheterias, estacionamentos ficariam sob administração financeira da Ponte Preta enquanto que para a nova empresa ficaria a renda provenientes dos shows. Também seria viabilizada a construção de um novo Centro de Treinamento.

Caso prejuízos fossem registrados nestes espetáculos sob a responsabilidade da nova empresa, tudo seria arcado pelos cotistas. E mesmo se a Macaca lhe pagasse hoje toda a divida, o presidente de honra afirma que não desistiria do negócio. “Construir a Arena é o meu sonho”, afirmou Carnielli.

Como Sérgio Carnielli faria empresa, a renda proveniente seria uma forma de ressarci-lo por 30 anos do investimento feito na Macaca desde 1997. Ao final dos 30 anos de comando da empresa, a Arena ficaria totalmente com a Ponte Preta. Os investidores para a construção do estádio não foram divulgados em virtude de cláusula de confidencialidade.

Nos próximos dias, a reportagem do Só Derbi trará mais detalhes do projeto e procurará especialistas de mercado para dirimir duvidas. Também divulgaremos como o estádio Moisés Lucarelli seria utilizado neste modelo de negócio.

Em reportagem publicada no início do mês passado, os especialistas em finanças do futebol, Amir Somoggi e Fernando Ferreira colocaram duvidas sobre a viabilidade econômica de uma arena em Campinas, especialmente na obtenção de shows lucrativos.

(Texto: Elias Aredes Junior)

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