Análise Ponte Preta: Ivan, o gigante

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Revisitar a história é salutar. No inicio do ano passado, a Ponte Preta estava cabisbaixa e de baixo astral em virtude do rebaixamento á Série B. Recém-empossado, o presidente José Armando Abdalla Junior promoveu uma mudança profunda no departamento de futebol, sendo que o principal símbolo foi a dispensa do goleiro Aranha e do seu preparador físico, André Dias e a promoção de Ivan e do preparador de goleiros Roberto Vlademir Guastali (BETÃO) .

A prova de fogo aconteceu na estreia do Campeonato Paulista contras o Corinthians, no estádio do Pacaembu. Naquele, a vitória por 1 a 0 e o gol de Felipe Saraiva abriram espaço para uma nova era, em que, entre decepções e vitórias, Ivan já está entre os principais goleiros que vestiram a camisa pontepretana nesta década. Ou alguém acha que João Carlos, por exemplo, jogou mais bola do que ele? Nem em sonho.

Teve sua primeira chance na Seleção Olimpica e não vacilou. Jogou quatro partidas com o escrete e só sofreu gol na decisão contra o Japão. E teve tempo de fazer diferença ao pegar o pênalti decisivo e assegurar o título.

Especulações deixam claro de que pode desembarcar no futebol italiano. Roma estaria de olho. Futebol brasileiro idem. O Corinthians já começa a pensar nos subsititutos de Cássio e de Walter.

Independente disso, pela sua postura, a torcida pontepretana tem que agradecer ao garoto. Se vai ficar ou não no Majestoso isto é uma decisão dos meandros e bastidores do futebol. Mas algo é certo: Ivan é um gigante.

(Elias Aredes Junior)

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