Aranha, Ricardo Jesus, conquistas e acessos: lances inesquecíveis da Ponte Preta na voz de Alberto César

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Qual a importância de um gol? Por que uma defesa deve entrar para a história? Os critérios muitas vezes são subjetivos e não levam a lugar definitivo.

Por vezes nem precisam de explicação. Alberto Cesar, que completa neste domingo 50 anos de atuação profissional, já acompanhou milhares de jogos da Macaca.

Estava no estádio do Pacaembu, quando mais de 30 mil pontepretanos presenciaram o empate por 1 a 1 com o Lanus. Foi para a Argentina e viu a derrota da Alvinegra por 2 a 0 para os donos da casa.

Mas minha escolha recai sobre dois lances que tem um contexto histórico.

O primeiro ocorreu no dia 19 de abril de 2008. A Macaca disputava a semifinal contra o Guaratinguetá pelo Paulistão. Aliás, uma correção: era o confronto de uma equipe que apostava no conceito de clube-empresa contra uma agremiação raiz, empurrado por sua massa.  Venceu a Ponte Preta por 2 a 1. Mas o que ficou na mente do torcedor pontepretano foi a defesa de Aranha em chute de Michel.

E a narração de Alberto César entrou para a história. Confira:

 

Três anos depois, precisamente no dia 16 de julho de 2011. A Ponte Preta disputou o clássico com o Guarani e venceu por 2 a 0. Público do dia: 17093 pagantes. Repriso aqui o segundo gol feito por Ricardo Jesus. E por que ele é importante?

Simples: era a confirmação de que a Macaca estava no caminho certo, após alterar a comissão técnica e montar um time barato e solidário. Ouça novamente:

O prêmio veio no final do ano com o acesso. E sempre na voz de alguém que está eternizado na história do jornalismo esportivo campineiro.

(Elias Aredes Junior)