segunda-feira , 15 outubro 2018
Home / Destaque / Preparador físico da Ponte explica lesão de Orinho e avalia folga no calendário

Preparador físico da Ponte explica lesão de Orinho e avalia folga no calendário

A Ponte Preta vive uma semana atípica. Levando em consideração o calendário apertado do futebol brasileiro e o pequeno descanso na temporada, o elenco da Macaca tem cinco dias valiosos antes de enfrentar o Atlético-GO, no sábado, em Bragança Paulista, pela Série B do Campeonato Brasileiro.

O preparador físico alvinegro, Caio Gilli explicou os cuidados a serem adotados neste intervalo. “É preciso cautela com aqueles que estão jogando com frequência e não fazer carga excessiva de trabalho. Temos até 14 jogadores nesta situação. O fato de atuar quarta e domingo causa grande diferença de condicionamento no próprio grupo. Quem vai para o banco e não entra fica com carga abaixo – em torno de 60% – em relação aos que jogam. Com a semana livre, conseguimos equilibrar essa questão e, ao mesmo tempo, mexer com a força dos que atuam com frequência”, disse.

O profissional ainda abordou sobre a lesão de Orinho. O lateral-esquerdo treinou pela primeira vez na quarta-feira, mas voltou a sentir o problema muscular na coxa esquerda no término da atividade e não deve jogar no final de semana. “Ele ainda está desconforto muscular, colocamos para treinar com bola para ver se teria condição mais próxima da realidade. Ainda não é certo se joga ou não”, explicou. “Não podemos associar preparação física à lesão, mas sim à melhora do desempenho. Uma boa linha de trabalho na nossa área diminui o índice de lesão, buscamos trabalhar com a força e tem dado resultado”, emendou.

Apesar dos 30 compromissos oficiais em quatro meses, Gilli celebrou o baixo índice de lesões musculares entre os atletas – apenas Orinho, João Vitor, Tiago Real e Felippe Cardoso até agora. “Depois dessa maratona pesada, teremos mais 33 partidas em seis meses e serão mais diluídas. Acho que fazemos bom trabalho em conjunto. A média de idade do grupo não é tão alta. São jogadores que não estão habituados a essa frequência de jogos e isso tende a melhorar com o tempo”, avaliou.

(texto e reportagem: Lucas Rossafa/foto: José Henrique Semedo)

Veja Também

A areia movediça da mediocridade vai matar o futebol campineiro

“Saía do futebol e faça outra coisa no jornalismo. O povo gosta é de comentário ...

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *