Análise Ponte Preta: chegou a hora de Roger ser mais jogador e menos líder no elenco. Será?

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Estamos a mais de 48 horas do jogo entre Ponte Preta e Novo Hamburgo pela Copa do Brasil. Pressão em nível máximo. O time precisa dar uma resposta. Rápida. Gilson Kleina tem a necessidade de sair das cordas. Vai depender da produtividade dos jogadores. E de encarnar o espirito reinante na história da Alvinegra. Neste caso, um nome precisa ser destacado: Roger.

Aos 33 anos, é o centroavante titular. Incontestável. Ainda não produziu de modo satisfatório. Em algumas oportunidades, parece demonstrar dificuldade para movimentar-se e sair da marcação adversária.

Só que ele tem um trunfo que nenhum outro jogador tem: ele é pontepretano. Tem a exata dimensão do que representa a classificação à fase seguinte da Copa do Brasil. Sabe os atalhos e as artimanhas capazes de incendiar os companheiros para fazer uma boa apresentação em terras gaúchas e sair com a classificação. E para fazer tudo isso não precisa ser líder. Basta exibir o futebol que dele é aguardado.

Uma promessa, aliás, feita em 13 de novembro do ano passado em entrevista coletiva. “Em 2020 quero continuar sendo esse líder, mas um pouco menos exposto. Vou ser primeiro jogador, meu foco estará no campo. Os problemas vão ser resolvidos por quem precisa resolver. Isso vai fazer muito bem para mim e para a Ponte. Fiquei até 4h da manhã acordado ontem e minha esposa disse no café hoje para eu ser mais jogador do que líder. É isso. Ser mais jogador que líder em 2020”, disse na ocasião.

É hora de transformar a teoria em prática.

(Elias Aredes Junior- com foto de Rebeca Reis-Pontepress)

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