Análise Ponte Preta: palavras bem ditas precisam de resultado no gramado

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Todos devemos concordar que na atualidade a oratória presente no departamento de futebol profissional da Ponte Preta é impecável. Todos falam bem. Roger defende como poucos a instituição, Gilson Kleina tem um discurso sedutor , o goleiro Ivan não foge do fogo cruzado e mesmo Renato Cajá tem dado declarações eloquentes. Tudo isso é um prato cheio para a imprensa. Mas deveria vir acompanhado de um requisito: prática.

Tudo é destruído no gramado. Diante do CRB, o que se viu foi uma equipe apática, descoordenada, sem criatividade e com atletas abaixo daquilo que podem.

Como aceitar os constantes impedimentos e reclamações de Roger? E os erros de Renan Fonseca? E a qualidade deficiente dos laterais? Pois é. Situação dramática. Nem Gilson Kleina. Sua concepção atual não ganha respaldo. Não acontece no gramado. Cada erro de posicionamento deixa ele em quadro melindroso. Para dizer o mínimo.

Neste momento, em que a torcida encontra-se enfurecida e inconformada pela falta de resultados, a ausência de entrevista transforma-se em dádiva.

Quem sabe contra o Sport, a Macaca tenha uma exibição que justifique as declarações feitas nas entrevistas. Não custa sonhar.

(Elias Aredes Junior)

1 Comentário

  1. 1) Ponte iniciou o ano sob comando do diretor Barbarotti, errou na contratação do treinador Mazola e na montagem do elenco que de tão pífio fez com o time nem se classificasse pra 2a fase do paulistinha. 2) Desclassificação vergonhosa da Copa do Brasil, perdeu dois jogos pro semi-amador Aparecidense, já sob comando do Jorginho. 3) demissão de Barbarotti e recontratação de Gustavo Bueno, que acertou na contratação do Roger e, pra não variar, sem criatividade alguma os demais jogadores que contratou são mais dos mesmos, a cereja do bolo foi Cajá, vindo como salvador da pátria foi mais do mesmo…. Não soube blindar comissão técnica e assim na primeira oscilação no campeonato Jorginho foi demitido e veio Kleina, baseado no retrospecto de 2018. 4) Uma parcela considerável de jogadores não engoliu a demissão do Jorginho e simplesmente parou de se esforçar e dar aquele algo mais em campo, diria que foi uma rebelião silenciosa, mas não tem a ver com a pessoa do Kleina em si, aconteceria com qualquer outro treinador. 5) demissão antecipada de jogadores, considerados “viúvas do Jorginho”, esse fato só fez piorar o clima no vestiário e Kleina passa a ser alguém sem voz, pede para os jogadores fazerem algo e eles não fazem, treina uma coisa e jogadores fazem outra em campo. 6) Abdala pede demissão e entra Tiãozinho, um mero acólito, do reizinho Carnielli. 6) Ponte cumpre objetivos do ano, não ser rebaixada e não perder os dérbis. 6) Kleina totalmente sem comando bate o recorde de 9 jogos sem vitória e aproveitamento pífio de 30%, pior que isso só os times rebaixados. Kleina é mantido no cargo….

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