Após substituir Adidas e apresentar problemas de fornecimento de material, Topper perderá contrato com a Ponte Preta

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Apesar da regularização do fornecimento de material esportivo por parte da Topper neste final de ano, a diretoria da Ponte Preta anunciou na tarde desta quarta-feira que fará um novo processo licitatório para escolher uma nova marca de fornecedor ou até uma empresa que viabilize a construção de marca própria.

Em comunicado divulgado em seu site oficial, a Macaca esclarece que a comissão de marketing designada pelo presidente Sebastião Arcanjo, o Tiãozinho, detectado que vários lotes de material esportivo não foram entregues e uma cobrança foi feita junto a Topper. “Ficou definida a entrega de parte do material em dezembro – entrega esta já realizada no último dia 5 – e de outras cerca de mil e quinhentas peças em 15 de janeiro do ao que vem. Todas estas peças suprirão as necessidades da Ponte tanto para o Campeonato Paulista de 2020 quanto para a Copa São Paulo”, disse.

Mas após o recebimento do último lote, a Alvinegra já definiu que sairá ao mercado para encontrar um caminho para normalizar o fornecimento do material esportivo. “(…)a Ponte Preta aguardará o recebimento deste último lote e fará uma nova reunião com a Topper para que as partes encaminhem um encerramento do contrato. Em paralelo, a Ponte optou por abrir um novo processo, transparente, para buscar um próximo fornecedor esportivo”, disse o texto. “(…)a Ponte Preta irá avaliar as possibilidades mediante às conversações com os interessados e a análise sobre a possibilidade de material próprio.  Todo este processo se dará de maneira clara e transparente, com a divulgação de resultados concretos à imprensa e ao torcedor (…)”, encerra o texto.

A Topper entrou no lugar da Adidas, que encerrou o compromisso com a Ponte Preta no começo de maio de 2018, mas tinha contrato assinado com a Macaca até dezembro deste ano. O compromisso tinha sido firmado pelo ex-diretor de marketing, Eric Silveira, afastado do clube após a denúncia de irregularidades.

(Elias Aredes Junior)

2 Comentários

  1. A saída da topper não é uma perda, e sim um ganho. Sem distribuição de camisas para a torcida, a loja do majestoso não tem simplesmente nada, quando o contrato foi assinado prometaram a reedição da camisa retrô 1981 em que a marca também vestia a ponte, e como todos nós sabemos só ficou na próxima mesmo… então já vai tarde.

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