Dinheiro da CBF e dificuldades financeiras na pandemia. É hora do amadurecimento dos dirigentes do futebol campineiro

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Assim como todos os clubes brasileiros, o futebol campineiro vive instantes delicados na questão das finanças. Não há cotas de televisão, propagandas são escassas e a bilheteria vai desaparecer. Mesmo quando ocorrer o retorno do futebol. Uma esperança aos clubes da Série B é a CBF retornar positivamente ao pedido de liberação de R$ 60 milhões e referentes ao fundo criado devido ao legado da Copa do Mundo de 2014.

A demora de resposta por parte da entidade máxima do futebol demonstra de maneira cabal a necessidade de união dos clubes da Série B. A obsessão do América Mineiro em criar uma entidade que defendesse os interesses dos clubes é mais do que urgente.

Quanto a Ponte Preta e Guarani, apesar de se encontrarem em situações financeiras distintas, é mais do que claro que está mais do que na hora de instalarem uma ação institucional conjunta.

Pelo cronograma estabelecido a previsão é de que teremos dois dérbis com portões fechados na Série B. E aí? Como arrecadar recursos no maior clássico do interior do Brasil? Não há chance de buscar patrocinadores conjuntos? Eventos conjuntos por meio virtual não é possível? A rivalidade chega ao ápice de invadir a cena de negócios?

Todo e qualquer dinheiro neste instante é urgente e benvindo. Se for obtido de modo conjunto, melhor ainda. O clássico campineiro não pode ser desperdiçado. E não dá para viver ainda uma rivalidade inconsequente. Amadurecer e juntar forças. Esta deveria ser a palavra de ordem de Sebastião Arcanjo na Ponte Preta e de Ricardo Moisés no Guarani.

(Elias Aredes Junior)