Formação de grupos no elenco prejudica trabalho do Guarani na Série B. Existe saída?

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Com aproveitamento de 26,5% dos pontos disputados, o Guarani está mais preocupado com a questão do rebaixamento do que com possibilidade de acesso na Série B. Pior: precisa administrar e consertar problemas de relacionamento no vestiário.

A saída de Thiago Carpini e o início irregular da gestão de Ricardo Catalá provocou a formação de duas alas no elenco bugrino, o que gera ruídos de comunicação e entendimento em relação ao trabalho da nova comissão técnica.

A informação sobre os conflitos dos jogadores no vestiário bugrino foi divulgada inicialmente pelo endereço Gols do Bugre no Instagram e confirmada pela reportagem do Só Dérbi com uma fonte antenada com os bastidores do clube.

Uma ala de atletas é formada por atletas que tiveram chance com Thiago Carpini ou que tinham acessibilidade ao treinador. Eles não atrapalham o trabalho de Catalá. Pelo contrário. Alguns já tiveram chance no time titular mas estão saudosos do estilo de Carpini, que não exibia a exigência encaminhada por Catalá nos treinamentos.

Em contrapartida, existe uma outra ala que deseja superar as divergências, integrar-se ao trabalho de Ricardo Catalá e construir uma reação. Não querem polêmicas e construir uma reação no menor tempo possível.

Resta saber se Catalá terá habilidade suficiente para fazer essas alas conviverem de modo harmônico. Pelo menos até o final de janeiro de 2021.

(Elias Aredes Junior)