domingo , 21 outubro 2018
Home / Destaque / Lucca culpa imprensa por pressão, mas vive maior jejum da carreira no Brasileirão

Lucca culpa imprensa por pressão, mas vive maior jejum da carreira no Brasileirão

Após passar em branco na derrota para o Palmeiras por 2 a 0, no Pacaembu, o atacante Lucca – principal referência ofensiva da Ponte Preta -, chegou a marca de 12 jogos sem balançar as redes no Campeonato Brasileiro. Após negociações frustradas com o futebol francês, o atleta não voltou a marcar com a camisa da Macaca na competição e permanece com os mesmos 10 gols desde 23 de julho, quando anotou duas vezes contra o Atlético-PR.

Durante a semana, em entrevista coletiva, Lucca chegou a responsabilizar a imprensa por colocar pressão excedente sobre a sua fase. Contra Flamengo, Santos e Palmeiras, Lucca perdeu gols que não costuma perder. A pressão dos torcedores, principalmente após o episódio em que foi agredido no desembarque de Viracopos, pesa no emocional do atleta. É o maior jejum de Lucca jogando Série A do Brasileirão.

A marca de 12 jogos ultrapassa o jejum de 11 jogos no Corinthians no Brasileirão do ano passado, quando Lucca perdeu espaço na equipe da capital. Ele ficou de 3 de agosto até 12 de outubro sem balançar as redes. A terceira pior marca foi no Criciúma em 2014, quando a equipe catarinense brigou até a última rodada contra a zona de rebaixamento. Destaque daquele time, Lucca ficou 10 jogos sem balançar as redes.

A diferença é que nesses times Lucca não era o camisa 9. O jogador foi realocado de função com o técnico Gilson Kleina para atuar como centroavante desde o Paulistão e mantido na função por Eduardo Baptista. Apesar dos 21 gols marcados na temporada, sendo 10 no Brasileirão, o status de artilheiro não exime Lucca das cobranças. Domingo ele terá uma nova oportunidade de balançar as redes diante do Avaí.

(texto e reportagem: Júlio Nascimento)

Veja Também

Ponte Preta joga contra o Figueirense para melhorar sua pontuação perante a história

Com 43 pontos e na zona intermediária da classificação, a Ponte Preta, além de reacender ...

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *