Ponte Preta é um fracasso na Série B. Pior: não há oposição para apontar os erros!

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Neste período de campanha decepcionante da Ponte Preta na Série B do Campeonato Brasileiro e com acesso cada vez mais distante,  o normal seria que a critica fosse direcionadas a diretoria executiva.

Os dirigentes fizeram a aposta de demitir Jorginho e contratar Gilson Kleina. A estratégia fracassou. Por enquanto. Pergunto: cadê a oposição? Sumiu. Morreu. É uma péssima noticia.

Porque em qualquer instituição, o ideal é que tenhamos pessoas para fazer o contraponto, apontar erros e soluções. A Macaca não tem isso. Está com o barco à deriva no debate da opinião pública.

Você poderia citar o nome de Sérgio Carnielli. Seus sinais emitidos em público são de que não está nem um pouco interessado no futebol e sim em viabilizar a Arena Ponte Preta. Neste período em que virou um mascate do projeto, quantas vezes ele reclamou ou analisou a campanha na Série B? Nenhuma.

O diagnóstico vale tanto para o ex-presidente Vanderlei Pereira como para o atual vice-presidente Sebastião Arcanjo, o Tiãozinho. Ele ocupa o cargo, mas não vota com a atual administração. Mas não renuncia. Díficil entender.

Talvez a única voz oposicionista entre ex-dirigentes seja a do ex-vice-presidente Giovanni Di Marzio, que utiliza as redes sociais para dar suas estocadas no trabalho conduzido. Apesar de ter feito parte da ultima diretoria que em 2017 levou o time à Série B. Não palpitou? Não disse nada? Ok, correto. Mas estava lá.

Para completar o enredo intrincado, o Conselho Deliberativo não faz reunião. Trava uma guerra surda com a diretoria executiva, que não aceita os pontos de pauta. Resultado: a justiça intervém, não há debate e a troca de ideias vira conto da carochinha.

Outra situação delicada é vivida por alguns integrantes do Grupo “Tudo pela Ponte, Nada da Ponte”. Deixamos claro um principio: são todas pessoas honestas, dignas, transparentes e que oxigenaram o debate na Ponte Preta.  Só que o fato de alguns integrantes serem componentes da atual diretoria, queiramos ou não, produzem constrangimento na hora da crítica.

Os fatos mostram que José Armando Abdalla Junior e seus parceiros de diretoria fazem uma gestão, na melhor das hipóteses, desastrada. Nota 3,5. E olhe lá. E que por enquanto não apresentou resultados concretos no gramado. Pior: não há quase ninguém disposto a apontar tais problemas.

(Elias Aredes Junior)

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