Régis, boa campanha na Série B e um exemplo para ser seguido: Lucas Crispim. Leia e entenda

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Não há maior temor no torcedor bugrino do que uma possível saída do armador Régis. Técnico, habilidoso, autor de sete gols na Série B do Campeonato Brasileiro, ele é a principal figura do setor ofensivo. Faz gols e produz assistência. Uma retirada sua no atual momento produziria um abalo sísmico na confiança do torcedor.

O jogador, por sua vez, caso queira um colchão de segurança sobre a validade ou não de resistir as tentações e continuar no estádio Brinco de Ouro tem um modelo a seguir: Lucas Crispim.

Com 68 partidas disputadas com a camisa bugrina, Crispim desembarcou para as disputas do Campeonato Paulista de 2019. Passou por altos e baixos. Lesões. Trocas de treinador. Soube esperar. Com Felipe Conceição, o seu futebol cresceu. Muito. Fez uma Série B-2020 consistente. Com qualidade.

Resultado: gerou o interesse de uma equipe da Série A e saiu. Em paz e de boa com a torcida do Guarani, que entendeu o seu novo momento profissional.

Seguir o exemplo e a trajetória de Lucas Crispim seria o melhor para Régis. Disputar a Série B até o final e caso o projeto fosse condizente uma renovação para o Paulistão.

No futebol, por vezes, a espera e o longo prazo é a melhor solução. Que Régis fique por muito tempo e o Guarani saiba aproveitar o seu potencial.

(Elias Aredes junior-foto de Thomaz Marostegan-Guarani F.C)