Michel Alves: a ordem é mudar. Para que o desconhecido nunca apareça

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O Guarani busca Junior Todinho para o campo ofensivo. Quer compensar a saída de Davó. Michel Alves reforça crença na sua filosofia de trabalho. Se o executivo fosse um levantador de voleibol certamente adotaria a estratégia da bola de segurança, ou seja, a de acionar o jogador que vai colocar a bola no chão.

Percebe-se Michel  com a fissura de trabalhar com nomes que já conhece. Ou com perfis profissionais que não escapem as suas convicções.

Exemplo disso é que nunca fugiu das características para ocupar o banco de reservas: jovem, estudioso, em início de carreira e que tenha certa aptidão ofensiva. Thiago Carpini, Ricardo Catalá, Felipe Conceição, Allan Aal e Daniel Paulista. Os nomes mudam, mas a orientação permanece.

Quando autoriza a cogitação sobre Junior Todinho, Michel Alves junta dois fatores em um. Primeiro por Junior Todinho ser um atleta dentro das condições financeiras do clube e por saber de suas características de gestão.

Não há surpresas.

Nem de um lado. E nem de outro.

Podemos nutrir criticas sobre a falta de variação na gestão. Ou a busca de surpresas. No entanto, não podemos negar que a coerência é atributo presente. Bom? Ruim? O tempo dirá.

(Elias Aredes Junior-com foto de Thomaz Marostegan-Guarani F.C)