Roger e Ponte Preta: é hora de paz e evitar que seja criada uma bola de neve prejudicial e sem sentido

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Em nota publicada nesta quinta-feira pela assessoria de imprensa, a diretoria da Ponte Preta desmentiu que esteja com a intenção de oferecer o centroavante Roger para algum clube. A alvinegra negou que alguma negociação esteja em curso.

Um dos clubes que teriam recebido a oferta teria sido o Coritiba e em contato com integrantes do departamento de futebol do time coxa branca, a reportagem do Só Dérbi apurou que esta hipótese está descartada pelo fato do técnico Eduardo Barroca contar com três centroavantes à sua disposição para disputar a divisão de elite.

Com o assunto esclarecido, penso que existe uma pergunta que paira no ar: A Ponte Preta tem alguma intenção em se livrar de Roger ou o jogador pretende dizer adeus à Ponte Preta? Não é exagero. Os fatos levam a tal conclusão.

Continuo com a tese de que os fatos recentes são instantes de tensão provenientes de uma relação duradoura. Não dá esconder o fato de que todo santo dia, em plena época de pandemia (quando as noticias deveriam ser mais escassas), o noticiário da Macaca gira em torno do atacante. E detalhe: não são os jornalistas que fuçam e procuram a noticias. É o efeito contrário. São fontes internas do Majestoso que respaldam as informações apuradas.

Não há qualquer sinal de paz no horizonte. Como poderia acontecer? Simples: Roger dar uma entrevista coletiva aos órgãos de comunicação locais. Esclarecer e refletir sobre os acontecimentos em torno de si, como a expulsão no dérbi e a quebra da quarentena. E acredito que o próprio presidente Sebastião Arcanjo deveria falar ao lado do executivo de futebol Gustavo Bueno.

É uma situação excepcional. Falamos de um jogador criado na Macaca, declaradamente torcedor e que dedicou-se no gramado e em troca recebeu em troca o apoio e o carinho das arquibancadas. É hora de paz. De baixar a guarda. Não dá para assistir uma bola de neve surgir no horizonte e ver que as pessoas esperam apenas a passagem do terremoto para posteriormente contabilizar os estragos. É hora de agir. Antes que seja tarde.

(Elias Aredes Junior)

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