domingo , 24 fevereiro 2019
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Santos implanta embaixada em Campinas e busca mercado. O que farão os times de Campinas? Ou ficarão de braços cruzados?

A página oficial do Santos Futebol Clube divulgou uma nota clara e direta na tarde de sexta-feira: uma embaixada seria instalada na cidade de Campinas. De acordo com definição presente no site do Santos, as embaixadas tem como função principal divulgar a marca do clube e fazer uma aproximação com a torcida. “As Embaixadas representam os associados do Clube em suas localidades e funcionam como canal de comunicação do Santos FC com os seus associados. Elas são organizadas e dirigidas de forma voluntária pelos associados interessados, sob forma de entidade legal distinta e sem fins lucrativos. O projeto tem o objetivo de incentivar campanhas sociais do Santos FC, incluindo promoções junto a entidades assistenciais; promover campanhas de novos associados; realizar eventos esportivos ou sociais dentro de sua base territorial; reunir e aproximar os associados de sua região; promover os fins do Estatuto Social do Clube; zelar pela imagem e pelo bom nome do Santos FC; organizar excursões e viagens para assistir aos jogos do time e indicar atletas de qualquer modalidade esportiva de interesse do Santos FC “, afirmou o texto publicado no site oficial do clube.

Pegue a pesquisa do Instituto Guimarães e que detectou que a cidade tem  6,1% da preferência enquanto que o Guarani tem 6,3% e a Ponte Preta conta com 12% dos torcedores.

Nem é preciso ser bidu para traçar que o Santos deseja ganhar mercado com tal medida. Ou seja, os torcedores são tratados como potenciais consumidores da marca do clube e auxiliam na obtenção de recursos.

Pegue isso e verifique os 20% da torcida corinthiana na cidade e o sinal de alerta está ligado. Tanto Ponte Preta como Guarani não podem ficar presos a metodologias do passado. O futebol virou negócio e os gigantes paulistas querem tomar todos os mercados possíveis e imagináveis.

Não há saída: ou Ponte Preta e Guarani se juntam para a implantação de um plano de negócios que transforme Campinas em longo prazo em um fortim de torcedores (como acontece em Porto Alegre com Grêmio e Interncional) ou a diminuição de bugrinos e pontepretanos será cada vez menor.

(análise feita por Elias Aredes Junior)

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