segunda-feira , 16 julho 2018
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Técnico, físico, tático e mental: o que Brigatti quer trabalhar na Ponte nessa pausa

A comissão técnica da Ponte Preta usa os dias de folga na Série B do Campeonato Brasileiro para promover ajustes dentro e fora de campo. Em entrevista coletiva após o empate por 1 a 1 diante do CSA, o técnico João Brigatti fez um apanhado sobre o que deve trabalhar no intervalo de 11 dias até o confronto com o Figueirense, no próximo sábado, 30 de junho, às 18, no Estádio Orlando Scarpelli.

“O psicológico tem que ser trabalho em todos os sentidos. Em cinco partidas, não tive nenhuma semana de trabalho. Tenho que adequar sempre a equipe, está difícil manter o padrão, em onze dias vamos trabalhar a parte tática, técnica e física. Preciso melhorar o posicionamento da defesa e as finalizações. Estamos criando oportunidades, mas no toque final não está havendo qualidade. Vamos trabalhar isso, saída do meio-campo e fazer um apanhado nesse período”, declarou.

O primeiro ponto que precisa evoluir é o técnico. A prioridade da comissão técnica é treinar finalizações e diminuir as chances desperdiçadas ao longo das partidas. No confronto com os alagoanos, por exemplo, Júnior Santos perdeu duas oportunidades claras de gol, que fizeram falta no final.

Outro aspecto a ser melhorado é o físico. Ao longo dos 90 minutos, nota-se grande queda de rendimento na metade final do segundo tempo. O que pode explicar a baixa produtividade é o alto número de confrontos num curto espaço de tempo. Para se ter ideia, pela primeira vez desde 17 de janeiro, data da estreia oficial na temporada, o elenco alvinegro não tinha mais de sete dias de descanso.

Com 13 gols sofridos nesta Série B, a Ponte Preta leva, em média, pouco mais de um gol por jogo e isso já preocupa o treinador. Nesta temporada, somente o zagueiro Luan Peres se firmou no clube, mas após o Campeonato Paulista acabou sendo negociado com o Fluminense. Embora assuma a faixa de capitão, Renan Fonseca ainda não demonstrou a confiança depositada em sua contratação.

Segunda equipe mais indisciplinada da competição, a Macaca já teve quatro expulsões em 12 rodadas – duas diante do CSA – e esse número incomoda o comandante alvinegro. Durante esse período, será trabalhada a parte psicológica dos atletas para que os cartões vermelhos deixem de prejudicar a equipe durante a sequência da competição nacional. A falta de experiência de boa parte do elenco é vista como uma das razões principais.

O elenco da Ponte Preta tem folga em todo o final de semana. O retorno das atividades acontece na segunda-feira, no CT do Jardim Eulina.

(texto e reportagem: Lucas Rossafa e Eduardo Martins/foto: Thiago Toledo – Ponte Press)

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1 Comentário

  1. É facil acabar com as expulsões, basta colocar no contrato que serão multados em 20% do salário a cada expulsão

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