Treinadores passaram pela Ponte Preta e você esqueceu. Ou não quer lembrar

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Desde que o grupo político capitaneado pelo atual presidente de honra da Ponte Preta, Sérgio Carnielli, assumiu o poder, a tarefa de exercer o cargo de treinador é autêntica roleta russa. Alguns conseguem a consagração, como Gilson Kleina, com 115 jogos, Guto Ferreira, com mais de 107 jogos no banco de reservas e Abel Braga, que com seus 58 jogos e a permanência na divisão de elite em 2003 entrou para a galera de heróis da Macaca. E aqueles que fracassaram? O que dizer dos treinadores que de tão efêmeros poucos se lembram?

A reportagem do Só Derbi fez uma retrospectiva desde que o atual grupo político assumiu o poder e constatou que seis profissionais passaram por esta experiência relâmpago. O levantamento levou em consideração profissionais com até cinco jogos disputados e que não estivessem na condição de interinos.

No começo da gestão, Fito Neves ficou por três jogos e com 11% de aproveitamento enquanto que José Roberto Fernandes trabalhou em quatro partidas e com 50% de aproveitamento. Norberto Lopes trabalhou em um jogo, venceu, mas faleceu durante o exercício do cargo em 1997.

No mesmo ano, o único que colheu um fruto saboroso em sua passagem relâmpago: José Macia, o Pepe, dirigiu o time em cinco jogos, teve 73% de aproveitamento e conseguiu o acesso após um jogo dramático contra o Náutico.

O ex-goleiro Zetti, por sua vez, saiu do clube após quatro partidas e nenhum ponto somado. Na época, ele foi incumbido de substituir Oswaldo Alvarez, o Vadão.

O último com passagem meteórica no Majestoso foi o ex-volante Sidney Moraes, que em três jogos teve 33% de aproveitamento e foi substituído pelo atual técnico da Seleção Feminina de futebol.

Quando entrar em campo diante do Linense, na próxima quarta-feira, o técnico Vinicius Eutrópio já sabe que sua tarefa é fugir da estatística incômoda.

(reportagem e texto: Elias Aredes Junior)

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