Ponte Preta: apesar do sucesso dos garotos, um elenco será necessário para Série B. Por André Gonçalves

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A mulecada da Macaca sempre foi de assumir responsabilidades. Buscando na -minha fraca- memória me lembro de situações em que eles foram acionados e não desapontaram.

A primeira que lembro foi em 1998. Resumo: Campeonato Brasileiro, recém promovida e pouca grana. A Macaca contou com Fabiano, Vander, Adrianinho, Sandro Gaúcho, além de Fabinho, Mineiro e Régis Pitbull os 3 com 21 anos.

Em 2003 comandado por Abel Braga mais uma vez a meninada não fez feio.
Com problemas de atraso de salários e estrutura precária a base foi mais uma vez acionada e deu conta do recado.
Contando com Lauro, Alexandre Negri, Rodrigo, Rafael Santos, Ricardo Conceição, Roberto, Ângelo, Róger vencemos o último jogo em casa e garantimos a permanência.

Qual a diferença dos anos citados para o momento atual?
A mescla de jogadores tarimbados e de renome que orientava e direcionava os jovens do elenco.

Hoje esse papel é praticamente incumbência exclusiva da comissão técnica. E apesar de importante, dentro do jogo faz falta um jovem olhar para o lado e ver um Ronaldão, Elivelton, Macedo…

Por isso a falta de um elenco minimamente experiente dificulta ainda mais um campeonato que já é muito difícil.

Sem elenco não tem como fazer muita coisa.

Para não correr riscos, acredito que uns 3 medalhões a fim de jogo pode ser a salvação.
Mesclar jovialidade, vontade e qualidade -que a base já demonstrou- com a experiência e a responsabilidade dos mais experientes.

A mulecada é “ponta firme demais”!Mas não vão segurar o time em todos os momentos.