Como um poço artesiano mostra que Vanderlei Pereira está longe de ser o gênio das finanças da Macaca

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Propagado por seus pares como um exemplo de competência na parte administrativa, o ex-presidente da Ponte Preta, Vanderlei Pereira, também adotou decisões e posturas que produziram dores de cabeça ao clube. O novo capitulo envolve a construção de um poço artesiano dentro do estádio Moisés Lucarelli durante sua administração e que gerou um passivo.

Quando decidiu fazer o empreendimento, a meta do ex-presidente pontepretano era de encontrar uma maneira de lavar as dependências das arquibancadas do Majestoso e irrigar o gramado por baixo.

No entanto, assim que foi feito e concluída a obra, a Sanasa demorou quatro anos para efetuar a cobrança dos tributos devidos. E fez tudo de uma vez na gestão de José Armando Abdalla Junior.

Pense que, na sua gestão Vanderlei Pereira teve a chance até de guardar recursos para pagar quando a conta aparecesse ou acionar a própria empresa pública para regularizar as pendências. Não fez nem uma coisa e nem outra. Ou seja, erra como qualquer outro.

Resultado: a conta veio para a diretoria anterior, que estava sob o comando de José Armando Abdalla Junior. O antigo dirigente fez um acordo, chegou a pagar algumas parcelas. Na reunião do Conselho Deliberativo realizada no ultimo sábado, o presidente do clube, Sebastião Arcanjo, o Tiãozinho, afirmou que o acordo foi descumprido e que um novo parcelamento foi estabelecido.

Mesmo com a tentativa da atual diretoria de jogar no colo da diretoria anterior as trapalhadas da divida com a Sanasa ( e ele tem culpa no cartório, é lógico), nunca é demais lembrar que tudo isso aconteceu porque Vanderlei Pereira, eleito como o “The Best” administrativo do clube demonstrou também que é bem falho como qualquer ser humano.

(Elias Aredes Junior)

4 Comentários

  1. Mais uma para coleção deste cara que para mim devia ser expulso da ponte preta,pois conseguiu com o maior orçamento do clube rebaixa lo e ainda deixou mais de 10 milhões em dividas e ações trabalhista e até hoje sequer deu explicação.