Nas mãos de Brasília, a largada para o enxugamento dos elencos de Ponte Preta e Guarani

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Thallyson está indo para o exterior. Junior Todinho encontra-se distante do estádio Brinco de Ouro. A Ponte Preta? Não quer saber do jogador. Juninho Piauiense voltou para o Sport. Enquanto isso verifica-se que não se fala em reformulação. Pelo contrário. O Guarani quer um armador e a Macaca anuncia uma contratação atrás da outra. O que acontece?

A resposta encontra-se em Brasilia. Especificamente na votação do Projeto de Lei 2125 e que, caso seja aprovada, possibilita realizar rescisões com descontos de 50%. Os jogadores chiaram. Resultado: o projeto não foi a votação até o momento em que texto foi escrito.

Se você fosse dirigente de Ponte Preta e Guarani o que faria? Pelo visto, ambos aguardam a sanção presidencial da lei e publicação no Diário Oficial para promover um enxugamento, o que na prática ficaria mais barato.

Afinal, não há perspectiva de retorno do Campeonato Paulista e nem data para a Série B. O pagamento das cotas é algo bloqueado; Receita de sócio torcedor caiu para todos. O dinheiro ficou curto. Como suportar tamanha pressão orçamentária?

Posso apostar que veremos elencos muitos diferentes daqui para frente no Moisés Lucarelli e no Brinco de Ouro. Não só por uma questão técnica ou de mercado. Mas porque vivemos novos tempos. E devemos nos acostumar.

(Elias Aredes Junior)