Novo diretor social da Ponte Preta, André Carelli escreve texto ao Só Dérbi e afirma: a Ponte Preta vive um novo tempo

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Minha chegada à diretoria da Ponte Preta é uma ação que, em minha opinião, irá fortalecer a atual gestão. Contudo não se trata – de maneira alguma – de algum tipo de cooptação de um oposicionista, muito pelo contrário.

Existem dois tipos de oposição. Uma quer fiscalizar e contribuir com o clube, e aquela que trama por debaixo dos panos pela instabilidade da instituição, visando à busca incessante pelo PODER.

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Faço parte da primeira. Posso discordar, sim, colocar minha posição de maneira construtiva. E isso que pretendo fazer. Posso assegurar que a minha nomeação é uma contribuição para o engrandecimento da Ponte Preta. Chego no clube aberto ao diálogo e disposto a ser a voz daqueles que por muitos anos foram excluídos de alguma forma.

Sempre cobrei os gestores e os continuarei cobrando, e agora serei também cobrado. Muitas e muitas vezes escutamos – inclusive na mídia – críticas àquele tipo de oposição que só reclama do que a situação faz, sem contribuir, só fala e não faz. Pois bem. Tenho agora uma chance de falar e de fazer.

Isso ocorre porque a gestão do Presidente Abdalla, desde o início, foi abrindo o diálogo a aqueles que sempre tentaram contribuir. E eu, por outro lado, desde a indicação do presidente Abdalla (por quem  tenho grande apreço), mesmo sendo considerado opositor me coloquei à disposição.

É preciso ressaltar que nem eu, nem muito menos as lideranças do *Grupo Tudo pela Ponte, nada da Ponte* pediram ou barganharam qualquer situação dentro da instituição. Coloquei-me à disposição para colaborar e o único objetivo é o bem maior, ou seja, a Ponte Preta.

Há um ponto em que concordo com o texto do jornalista escrito neste Só Dérbi, que é quando cita que o diretor financeiro é o mesmo desta diretoria e da anterior, porém a gestão é diferente. A forma de conduzir as questões da Ponte Preta pelo Gustavo Valio, sob o comando de Abdalla, é totalmente diferente de quando Vanderlei Pereira sentava-se na cadeira presidencial.  O gestor é outro.

Então ressalto minha resposta à sua questão: o *Grupo Tudo pela Ponte, Nada da Ponte* está fortalecido com a minha chegada e a Ponte Preta também. É um novo modelo de gestão que  se abre e a Ponte Preta só tem a ganhar com isso.

O DNA do grupo continua a correr sempre nas minhas veias, assim como minha disposição em contribuir com o clube pelo qual sempre lutei, cujo engrandecimento sempre desejei.

Certa vez este jornalista que escreve neste portal me disse que, se um dia eu me sentasse na cadeira  de dirigente, teria a mesma cobrança que sempre foi feita àqueles que lá já estavam. Pois bem, encarei o desafio e estou sempre pronto para as cobranças, até porque fazer diferente seria hipocrisia. Continuo acreditando que um grande clube se constrói com boas idéias e ações. A liberdade para ter idéias eu já tinha, agora tenho a chance de agir.

Um grande abraço e saiba continuarei sempre a ler as críticas, a refletir e, quem sabe, a evoluir com elas.

(Texto de autoria de André Carelli- diretoria social da Ponte Preta)

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