O que precisa acontecer para o Guarani realizar eleições sempre no final do ano e assim impedir a quebra de planejamento?

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Escrevo este artigo às 14h40 da segunda-feira, dia 02 de dezembro. Ou seja, antes da assembleia de sócios do Guarani que definirá o destino dos componentes do Conselho de Administração. Ou melhor, se o Guarani terá mandato tampão até março ou abril do ano que vem ou se Ricardo Moisés completará aquilo que era para ser exercido por Palmeron Mendes Filho.

Abordei tal assunto em diversas oportunidades, mas não custa relembrar: o que custa mudar a data da eleição do Guarani? Independente do resultado, os sócios serão chamados a votar em março ou abril do ano que vem. O Campeonato Paulista estará na sua reta decisiva e na sequência o bugre vai embarcar em uma Série B com 38 rodadas e a necessidade de apresentar um desempenho minimamente decente. As urnas correm o risco de quebrar um planejamento que deveria ser delineado desde janeiro.

Se as eleições ocorressem em dezembro, tudo seria diferente. Primeiro que a assembleia de sócios perderia a razão de existir. Segundo que a escolha de uma nova chapa no final do ano proporcionaria o tempo suficiente para um planejamento coeso, com começo, meio e fim.

O futebol mudou. E é preciso encontrar-se antenado. Senão é morte certa.

(Elias Aredes Junior)

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