Ponte Preta afasta cinco jogadores e o preparador de goleiros por suspeita ou contágio de coronavirus

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Em matéria publicada em seu site e nas redes sociais, a Ponte Preta divulgou que cinco jogadores e o preparador de goleiros Betão estão afastados temporariamente dos treinamentos que serão retomados a partir desta quarta-feira.

Apesar da atitude de sigilo tomada por outros clubes, a diretoria executiva pontepretana decidiu tornar público os nomes que contraíram o vírus ou que estão suspeita e monitoramento. Os motivos não foram divulgados.

De acordo com o clube, os nomes são os seguintes:

Volante Bruno Reis –O resultado do PCR  -realizado em Araçatuba, onde o jogador está – foi positivo. Ele chegou a apresentar sintomas, mas está bem, e ficará em quarentena.

Volante Darnley – O PCR do atleta foi positivo. Inicialmente, como ele está assintomático (ele já tinha apresentado sintomas semanas antes quando estava no Rio de Janeiro) e o teste sorológico havia dado positivo para contato. O PCR positivo indica uma reinfecção ou presença do “esqueleto do vírus”. Ele ficará de quarentena e fará um novo PCR após este período.

Zagueiro Luizão – O resultado do PCR do jogador foi positivo, mas ele é assintomático e está bem. Ficará de quarentena e repetirá o PCR após o período determinado.

Preparador de Goleiros Betão – O teste sorológico foi inconclusivo e o PCR, negativo. Ele fará um novo PCR (contraprova) e, confirmando o resultado negativo, estará liberado.

Zagueiro Cléber Reis – O teste sorológico foi inconclusivo e o PCR, negativo. Ele fará um novo PCR (contraprova) e, confirmando o resultado negativo, estará liberado.

Atacante Roger –  Deverá realizar um terceiro PCR na sexta-feira em virtude de ter ido a ambiente fechado com possível exposição no final de semana. Em confirmando os resultados negativos, estará liberado para os treinos.

Para o médico e  diretor médico da Ponte Preta, Roberto Nishimura, é preciso entender a conjuntura que levou ao trabalho realizado. “É um problema de saúde pública e ainda existe escassez de reagentes para o PCR. Porém, fizemos um acordo com o hospital da Pucc. Mas a prioridade do hospital é aquele paciente que necessita de diagnostico para tratamento”, explicou. “Os familiares são monitorados diariamente e estamos em determinação de isolamento social. Estamos fazendo todas as medidas, nas não há como garantir 100% de segurança”, completou.

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