Precisamos falar sobre temas que ninguém abordou na Ponte Preta. Por João Lucas Dionísio

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Faço parte da chamada “mídia alternativa”. Aquela que caminha pelos cantos e transcende o diferente, na minha visão. O Macacast tem essa função. Entrevistas sem duração obrigatória, assuntos de interesse real do torcedor e oportunidade de fala.

Foi por isso que resolvemos entrevistar Marco Antônio Eberlin. Uso o plural pois a decisão foi tomada em conjunto pela equipe do podcast. Ciente da repercussão, queria perguntar e conversar sobre assuntos poucos – ou talvez nunca – abordados pela grande mídia de Campinas.

Discordo sobre a linha de raciocínio de que queríamos “encurralar o Eberlin”. Não queríamos. Tínhamos a intenção de perguntar sobre fatos. E foi o que fizemos. Não teve perseguição, situação embaraçosa ou tropeços. Nós perguntamos e o Marco Eberlin respondeu.

Considero ele como um dos melhores gestores da história da Ponte Preta, mas isso não muda críticas que eu tenho com relação ao seu trabalho no clube.

Entretanto, sei o quão necessário que pessoas com vontade e identidade se façam presentes no Moisés Lucarelli. A situação é preocupante. Não há quase ligação moral de diretoria e torcida.

Isso reflete nas arquibancadas. A perseguição para com algumas pessoas que “cruzam o caminho” é, de fato, um obstáculo complexo no Majestoso.

Seguiremos aqui, fazendo nossa parte.

(João Lucas Dionísio é jornalista e responsável pelo Macacast-Especial para o Só Dérbi)

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