A convocação de Ivan e a lição: a Ponte Preta não pode ficar acostumada com a mediocridade

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A convocação de Ivan para a Seleção Brasileira principal demonstrou por A por B como foi equivocada a escolha feita pela Ponte Preta nos últimos anos de apostar na montagem de equipes focadas em jogadores medianos ou que poderiam surgir em definitivo para o futebol em equipes gigantes. Elencos medianos no Sub-17 ou Sub-20, no final das contas, foi  desperdício de recursos.

Pense o quanto a Ponte Preta foi promovida nas ultimas horas pelas reportagens em sites e emissoras de televisão em virtude da convocação do arqueiro. Projeto a melhoria da imagem do clube, atualmente na Série B, no mercado da bola.

Se Ivan for vendido hoje (e não será!), a Ponte Preta poderá pedir um valor superior ao que pretendia. Bem ou mal, o arqueiro foi convocado para o escrete canarinho.

São tantos dividendos positivos que a pergunta surge: porque os últimos responsáveis pelas categorias de base se conformaram com tantas equipes com poucos talentos de potencial para chegarem a Seleção Brasileira? Pior: e os poucos profissionais com capacidade para explorar e lapidar esses jogadores foram descartados sem qualquer explicação plausível. Ou alguém achou normal a dispensa de Leandro Zago, hoje um técnico de destaque no Sub-20 do Atlético Mineiro? Pois é.

O caso de Ivan mostra que todos os esforços e investimentos da Macaca devem ser direcionados para categorias de base fortes, competitivas e que entrem em competições não só para conquistar o titulo , mas para revelar jogadores de ponta. Ivan não poderá ser exceção. Tem que virar a regra.

(Elias Aredes Junior)

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