Guarani respira no Paulistão e precisa da torcida nos 180 minutos derradeiros. É ela quem vai salvar o time do pior!

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O Guarani empatou com o São Paulo. Conseguiu superar suas imensas limitações e somou um ponto vital. Tem os confrontos diante de Botafogo de Ribeirão Preto e Red Bull Bragantino para evitar o pior, que seria o rebaixamento à Série A-2. Confesso que os 90 minutos não exibiram perspectiva de aparecer um herói. O Alviverde teve um soldado solitário, o zagueiro Léo Santos, cuja tenacidade incendiou todo o elenco, que atuou com dedicação e determinação. Mas é pouco para quem tem seis pontos em 10 jogos.

O fato é que o Alviverde tem 180 minutos para sustentar a atual posição na classificação geral. Se depender de suas forças, não vai dar certo. A limitação é latente. Por isso, a necessidade de aparição da torcida. Contra o tricolor paulista o borderô registrou 9370 pagantes. Público bom. Especialmente se for levada o quadro na classificação.

Tal quadro precisa ser repetido no último jogo contra o Red Bull Bragantino e especialmente no penúltimo jogo contra o Botafogo no estádio Santa Cruz. É preciso esgotar os ingressos na parte visitante e empurrar o bugre para uma atuação calcada na raça e na superação. Só assim é possível sonhar com os três pontos.

O benefício da gestão de Claudinei Oliveira é que, apesar dos erros de escalação, ele fez o time cair na real. Ou seja, sem dedicação não será possível alcançar o objetivo. Só que a torcida precisa se fazer mais presente do que nunca. É ela que vai salvar o Guarani do pior. Pode acreditar.

(Elias Aredes Junior com foto de Raphael Silvestre-Guarani F.C)