Kleina, Cajá, Ponte Preta e uma roleta que todos apostam e ninguém ganha. Por André Gonçalves

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Em sua quarta passagem pela Macaca, Gilson Kleina assim como alguns jogadores, tem na Ponte Preta seu porto seguro.

Quando tudo dá errado para o treinador e para o clube, eles se encontram para mais 4 meses de contrato…

Além de Kleina, Renato Cajá é mais um que sempre contou com essa prerrogativa na carreira.

Ninguém está dizendo para o profissional abrir mão de um salário e/ou oportunidade de trabalho melhor.

A grande questão é que ninguém, nesse círculo vicioso, se desenvolve como deveria. Sempre são dependentes uns dos outros. Como ficam derrapando nas suas andanças, se reencontram com certa rotina.

Kleina e Cajá são somente exemplos de um mecanismo ultrapassado e que beneficia única e exclusivamente os empresários do futebol. Rodam vários clubes sem deixar saudades em nenhum deles.

O clube por outro lado, monta o equivalente a três  ou  quatro times por ano e o resultado disso: jogadores sem identidade alguma com o clube, desprezo pela camisa que vestem -afinal é só mais uma- além da “obrigação” de cumprir o contrato.

Azar é de quem torce para o time e ver essa situação se repetir sistematicamente. Com isso (além de outros motivos) as arquibancadas se esvaziam porque o clube já não é mais prioridade aos -antes- fanáticos torcedores da Macaca. (André Gonçalves)

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