Quando foi escolhido para presidir a Ponte Preta no dia 30 de novembro, o juiz aposentado Luiz Torrano disse em entrevista coletiva que em 30 dias seriam anunciados os integrantes restantes da Diretoria Executiva.
A preparação da Ponte Preta foi conturbada? Sim. Os salários atrasados tomam tempo do novo mandatário? Não há dúvida? Ele ainda precisa se adaptar a nova função? Concordo plenamente.
Inteligente como é, Torrano sabe que o poder é algo que precisa ser cultivado. Cada gesto, cada decisão colabora para melhorar ou piorar a sua fluidez na gestão. Por isso que prefeitos, governadores e o presidente da república tem a sua popularidade medida.
Não temos tal prerrogativa para presidentes de clubes. Mas não é de bom-tom deixar dúvidas no ar. Se existem empecilhos que fossem esclarecidos aos torcedores e aos profissionais de comunicação. Bem ou mal, o torcedor tem o direito de saber quem serão os titulares das diretorias de patrimônio, inclusão, entre outras.
Na página oficial, existem apenas os nomes anunciados, os de Cláudio Cabrini Simões como diretor médico, o de Marco Antônio Eberlin como primeiro vice-presidente, do Dr. Luiz Antônio Alves Torrano como presidente e de Dr. José Henrique Spécie para a diretoria jurídica.
Pergunto: o que custa esclarecer o torcedor sobre o que aconteceu para que os nomes restantes fossem anunciados? Torrano assegura que é um democrata. Acredito nele. Sua história fala por si. E na democracia, a informação completa é bem coletivo. Não pode ser diferente na Ponte Preta. Observação: se a Diretoria Executiva emitir algum esclarecimento, este texto será atualizado.
(Elias Aredes Junior com foto de Pontepress-Divulgação)












