Régis chega ao Guarani com disposição de atuar coletivamente, sem estrelismo. Não poderia existir notícia melhor

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Em mundo ambiente dominado pela prepotência e egoísmo – aguçado ainda mais em tempos de pandemia- certamente você para ouvir qualquer personagem do futebol que demonstre um mínimo de humildade e pé no chão.

Que não se apresente como “dono da companhia”. Apesar de chegar em baixa após uma passagem decepcionante pelo Cruzeiro, Régis não deu carteirada.

Pelo contrário.

Apresentou-se como alguém disposto a enquadrar no esquema de trabalho. “Eu chego para ajudar o professor Allan Aal em qualquer posição. Onde ele precisar de mim, vou procurar fazer o meu melhor. A minha posição de origem é o meio-campo, sou um cara que arma o jogo, pisa na área para concluir a jogada”, disse.

Muito mais do que suas declarações, a postura de Régis é uma boa noticia.

Sinal de que a comissão técnica recebe alguém focado em integrar-se ao trabalho.

Com poucos recursos, é disso que o Guarani: gente para atuar coletivamente. Sem isso, é fracasso na certa.

(Elias Aredes Junior- foto de Thomaz Marostegan)