Análise Ponte Preta: a paralisação foi convertida em contratações para a Série B. Que o time não decepcione!

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A memória no futebol é restrita e nos prega peças. Todos os anos, um comportamento comum do torcedor da Ponte Preta era invadir as redes sociais para reclamar sobre a demora na obtenção de reforços. Em 2020, considero que não há como reclamar que a Macaca ficou paralisada durante as férias forçadas geradas pela pandemia do Coronavirus.

Luizão, Ernandes, Neto Moura, Camilo, Luís Oyama, Osman…Reforços de qualidade e que estão dentro do espectro da Série B do Brasileirão. Pode dar certo? Errado? Vexame? Não sabemos. No entanto, é inegável constatar que Gustavo Bueno e o departamento de futebol profissional não ficaram paralisados e sem ação.

A proatividade de Gustavo Bueno, mesmo que de forma indireta, pressiona João Brigatti para a segundona nacional. Ou seja, terá que fazer o time jogar, dar liga e produzir. E se tudo der certo, Bueno ficará carimbado como o homem que agiu tarde em virtude dos erros cometidos no Paulistão, especialmente na manutenção do técnico Gilson Kleina.

As aquisições de agora não mudam o panorama na competição regional, pois são atletas que atuaram no Paulistão e não podem atuar pela Alvinegra. Os jogadores disponíveis produziram de modo decepcionante e não mostraram qualquer perspectiva de que podem inverter o quadro diante de Novorizontino e Mirassol. Resta torcer para que os bastidores salvem a alvinegra. E que a segunda parte da parte da temporada tenha final feliz.

(Elias Aredes Junior)