Guarani e o dia seguinte: não poderia existir conjuntura melhor para o aprimoramento

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O rumo dos acontecimentos não poderia ser melhor para o técnico Daniel Paulista no Guarani. Dois jogos, quatro pontos somados, seis gols anotados e 10 dias de trabalho antes de enfrentar o perigoso Náutico no estádio Brinco de Ouro no dia 11 de junho. Isso não exclui a necessidade de ajustes.

A defesa vai requerer atenção. Independente de nomes, o que se verifica é falha de posicionamento. Perceba que os dois gols do Operário foram de modo idêntico: cruzamento do lado esquerdo, a zaga corre toda para a pequena área e o adversário tem liberdade para finalizar.

Pablo, apesar de sua utilidade ofensiva, pois leva a bola com eficiência para o campo de ataque, ainda precisa de ajustes na marcação. E também de auxilio. Muitas vezes fica no mano a mano com o adversário. Não dá para dar mole.

Quanto a zaga, a impressão é um típico comportamento de quem olha a bola e não o oponente. Talvez este período de treinos seja precioso para as devidas correções.

Bom que se diga que no confronto com o Operário a entrada da grande área ficou mais protegida, um desajuste presente no jogo diante do rubro negro baiano e que de certa forma gerou o gol anotado por Soares.

A comissão técnica tem a conjuntura dos sonhos: vitória que convenceu, tempo para trabalhar e a impressão de que têm nas mãos um grupo disposto a buscar o aprimoramento. Só resta aproveitar.

(Elias Aredes Junior)