Gilson Kleina começa o trabalho na Ponte Preta com os pés no chão. Menos mal!

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Nos 30 minutos de entrevista que concedeu para veículos de comunicação nesta quarta-feira uma qualidade de Gilson Kleina saltou aos olhos: a humildade. Em um mundo futebol cada vez mais calcado na arrogância, prepotência e de homens de gravata com peito estufado chega a ser surreal um profissional com 17 anos de experiência no banco de reservas admitir em alto e bom som que está disposto a aprender e evoluir.

E uma frase foi emblemática. “Eu estou precisando da Ponte, e a Ponte está precisando de mim. Essa química que temos de fazer valer novamente. Temos uma relação que todos nós temos que crescer. É o que estou me cobrando também. Sempre que passamos aqui deixamos algo, não vai ser diferente. Vai ser meu desafio, uma busca constante. Que os jogadores entendam. Que façam um grupo vencedor. Que não aceitem resultados negativos. Que tenhamos ambição”, afirmou o treinador.

Ele não deixa de ter razão. Sem se entregar ao trabalho de corpo e alma não há como pensar em dias melhores. Gilson Kleina começou com os pés no chão. Menos mal.

(Elias Aredes Junior)

 

Confira a íntegra da entrevista coletiva: