Não há saída: ou a Ponte Preta corta drasticamente o orçamento ou apelar para Sérgio Carnielli será inevitável. Ou não?

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Juro que não desejava abordar o tema. Fica impossível diante da apresentação de um orçamento com R$ 32 milhões de receita e outros R$ 44 milhões de despesa. Ou seja, faltam R$ 12 milhões para fechar as contas.

De onde será tirado o dinheiro? Venda de jogador? Não se sabe. Patrocínios robustos? Díficil. Aumento substancial das cotas de televisão? Não há noticia sobre tal postura do Grupo Globo.

Resumo da ópera: a atual diretoria executiva está condenada a pedir dinheiro para o Presidente de honra, Sérgio Carnielli.

Que pode topar ou recusar o aporte financeiro. Os fatos conduzem a tal cenário. Fica a pergunta: por que a Macaca não faz a lição de casa?

Estipular um orçamento de R$ 26 milhões para o departamento de futebol profissional é algo delirante e fora da realidade para a Ponte Preta. Cortar pela metade? Sim.

É preferível montar um time humilde, operário, sem gastos exorbitantes mas com a garantia de que todos os compromissos serão sacramentados no final do ano do que viver em uma autêntica roleta e que leva ao “cheque especial” chamado Sérgio Carnielli.

Do jeito que está, é garantia de drama na reta final desta temporada.

(Elias Aredes Junior)