Red Bull Bragantino, Mirassol, Botafogo, Novorizontino. E o futebol campineiro? Vai avançar mais fora do campo?

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O Red Bull Bragantino lidera a divisão de elite do Campeonato Brasileiro. Soma 17 pontos e continua com a marcha de investimentos.

Já são R$ 150 milhões no total. Arregimenta jovens e depois de utilizá-los faz a revenda e apura o lucro. Continua competitivo. O pique será mantido até o final? Não dá para saber. Convenhamos: será surpresa se, nas 10 rodadas finais, o time de Mauricio Barbieri passasse a se preocupar com rebaixamento.

No Grupo B da terceirona nacional constatamos que Novorizontino e Botafogo estão no grupo de classificação aos quadrangulares decisivos e o Mirassol também sonha com a vaga.

Fatores em comum aos três times? Adoção de métodos administrativos modernos, investimento em infra estrutura e no caso do Mirassol e do Novorizontino a aposta de trabalhos de médio e longo prazo. Isso sem contar o Ituano, que busca reação com Mazola Junior.

Olhe para qualquer lado e verifique que o interior paulista busca reerguimento. Com novos métodos e caminhos.

E em Campinas? O Guarani busca sobreviver com uma folha salarial que na realidade precisa dar conta de outros compromissos e a Ponte Preta envolvida em turbulências internas, erros de contratações e trocas até de executivos de futebol. Mesmo assim, insistimos em bancar a pose.

Será que essa turma acha que tudo isso vai dar certo? Pois é.

(Elias Aredes Junior-foto de Botafogo S\A-divulgação)