Gilson Kleina, o descobridor de Michael. Será capaz de garimpar joia semelhante para a Ponte Preta?

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Hoje treinador da Ponte Preta, Gilson Kleina virou coadjuvante da maior transação do futebol brasileiro do momento, a saída de Michael para o Flamengo, por mais sete milhões e meio de euros.

O jogador só foi contratado pelo Goiás porque chamou atenção do técnico durante o Campeonato Goiano de 2017, quando defendia o Goianésia. O treinador explicou a historia em depoimento a Super Rádio Tupi do Rio de Janeiro. “Michael sempre chamou atenção. Estávamos disputando o Campeonato Goiano e temos dentro da nossa plataforma de trabalho sempre colocar um auxiliar para assistir aos outros jogos. E o Goianésia foi atuar em Goiânia no Serra Dourada. Fui com meu auxiliar e no primeiro jogo ele chamou atenção porque ele é um atacante insinuante, sempre na busca do enfrentamento, do um contra um e claro que o time dele era mais defensivista, mas quando ele pegava na bola, acontecia algo diferente. Decidi monitorá-lo e depois pedi para a diretoria”, afirmou o treinador.

Kleina descobriu Michael e pode-se dizer que logo depois foi para a Ponte Preta e com aproveitamento de 55,1% no time esmeraldino.

Interessante que na Macaca Kleina sempre ficou conhecido em suas últimas passagens por ser um aglutinador de vestiário e por saber como poucos administrar as vaidades de veteranos. Revelações de quilate técnico poderoso? Poucos..

Podemos dizer que o clube tem sua parcela de culpa. Primeiro porque ter uma relação irregular com as categorias de base. Uma hora ama e dá apoio ou em outros momentosd despreza.

Depois por deixar em segundo plano a política antiga de contratar jogadores com bom rendimento em clubes pequenos e queiram um lugar ao sol. Cleber, Renê Junior, Cicinho…são alguns que passaram pelas mãos de Kleina, especialmente na primeira passagem.

Que ao final de 2020, a Ponte Preta contabilize descobertas conduzidas por Kleina. Os cofres agradecem.

(Elias Aredes Junior)

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