Ponte Preta, Gilson Kleina e o caminho inevitável: ser uma metamorfose ambulante antes de solidificar o trabalho

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O técnico Gilson Kleina finalizou a sua preparação para o confronto de amanhã contra o Sampaio Correa e já sabe que terá novas opções para o banco de reservas.

Já estão relacionados o lateral-direito Kevin e meia Fessin e o atacante Richard. Eles não devem começar como titulares.

O time principal deverá ser formado por: Ygor Vinhas, Felipe Albuquerque, Ednei, Ruan Renato e Rafael Santos; Dawhan e Léo Naldi; Niltinho, Moisés, Renatinho e Camilo.

Observa-se nesta aceleração para contar com os atletas uma tentativa de construir um planejamento adequado para a Série B. Titulares com mínima variação tática – apenas com a inclusão do atacante Rodrigão no futuro- e um banco de reservas com qualidade.

É justa tal preocupação?

Sim.

São 36 jogos.

Não dá para contar que esses atuais escolhidos para titularidade vão sustentar o pique. E mais: as modificações serão naturais. Ou alguém acha que Fábio Sanches será reserva? Ou que Lucas Cândido vem em Campinas para passear.

Por algumas rodadas, o torcedor deverá acostumar-se com um clube focado em ser uma metamorfose ambulante. Até chegar no seu perfil ideal. Sem paciência, não há como colher frutos.

(Elias Aredes Junior-Diego Almeida-Pontepress)